Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

JUNIORES - TA

Última actualização: 02.12.2009


 

Se colocar juniores a competir contra seniores é questionável, fazê-lo sem árbitros oficiais revela uma grande irresponsabilidade dos agentes desportivos, de que a AAL/FPA não pode alhear-se.
No jogo de Alverca, após meia hora de espera pelos árbitros oficiais (que desde logo se percebeu que não iam comparecer), apresentou-se em campo um jovem vindo não se sabe de onde, cujo nome e credenciais desconheço e que, ao que parece, nem sequer consta da ficha oficial de jogo o que, a ser verdade, constitui uma infracção ao Regulamento Geral da FPA e Associações que rege este tipo de provas (nomeadamente ao art.º 23º nº 1 alínea e).
A situação é ainda mais estranha porque como Oficial de Mesa do jogo esteve … um árbitro! Na falta de árbitros oficiais manda o regulamento (art.º 21º) que o jogo seja conduzido por um árbitro que esteja presente no recinto. Fica por explicar porque é que o árbitro David Silva ficou como oficial de mesa e não deu cumprimento ao que está regulamentado, entregando a responsabilidade da arbitragem a um elemento que nem sequer identificou na Ficha de Jogo.
Feitas estas considerações prévias falemos então do jogo. A UJ Alverca venceu com justiça mas a margem é enganadora do que se passou em campo. Na realidade a UJ Alverca sentiu grandes dificuldades durante toda a 1ª parte e só na 2ª parte é que conseguiu impor-se, mercê de uma estratégia errada do CD Mafra e do desgaste físico dos seus jogadores.
O CD Mafra apresentou-se em Alverca com apenas 8 jogadores: 7 juniores de 18 anos (dos quais 2 jogam andebol pelo 1º ano) e o juvenil João Duarte. Do lado da UJ Alverca, 11 seniores…
Como vem sendo habitual, a nossa equipa entrou a vencer no jogo e jogando sempre em grande velocidade, manteve-se com uma ligeira vantagem (2 golos) durante quase toda a 1ª parte. Apostando sempre na rapidez, o CDM conseguiu fazer alguns golos na sequência da reposição de bola em jogo de cada vez que sofria um golo, com os nossos jogadores a surgirem a rematar aos 6 metros antes da defesa do Alverca conseguir recuperar. O “habilidoso” árbitro afecto à equipa da UJA - que fez toda a partida de mão no bolso - rapidamente acabou com essa estratégia, inventando faltas a meio campo, para uma ou para outra equipa, ou ordenando repetições de reposição de bola em jogo, de modo a que a menos rápida defesa do Alverca conseguisse recuperar.
Aos 28 minutos quando o CD Mafra vencia por 12-10 (com 8 golos do André Carioca, 3 do Miguel Gomes e um do João Fiúza) o referido “árbitro” assinalou livre de 7m a favor da UJA e decidiu excluir o André Carioca. Esta decisão não se questionava se o árbitro até aí tivesse usado o mesmo critério em lances semelhantes… O livre foi convertido e a nossa equipa ressentiu-se da falta do “patrão” da defesa, acabando por ir para o intervalo a perder por 14-12, resultado injusto para o que as equipas demonstraram na 1ª parte.
A 2ª parte foi um pesadelo para os nossos jogadores e a equipa da casa acabou por justificar totalmente a vitória na partida. Limitado na actuação por falta de opções de banco, o treinador João Augusto iniciou a 2ª parte com uma estratégia de marcação individual e, tal como aconteceu nos jogos em que essa estratégia foi aplicada, o adversário foi alargando a vantagem. A estratégia acabou por ser abandonada mas, deixou marcas nos nossos jovens jogadores. Totalmente exaustos e desgastados, os últimos 5 minutos de jogo foram penosos para a nossa equipa, que não mais conseguiu marcar e sofreu 5 golos. Animada pelo público - constituído maioritariamente pelos jogadores da equipa de juvenis que foram incansáveis no apoio - a equipa de Alverca fez o que quis do jogo.
A equipa da UJ Alverca é muito homogénea em termos individuais com um bom lote de jogadores muito empenhados e combativos. Deram nas vistas o guarda-redes treinador Bruno Pinto (parabéns pelo belo golo!) e o nº 15 Sandro Antunes, jogador de elevada estatura, boa técnica e com um bom remate aos 9m.
No CD Mafra destaque para o André Carioca (10 golos) que realizou o seu melhor jogo desta época. O João Fiúza e o Rodrigo Bento estiveram em muito bom nível. Os estreantes Tiago Miranda e Francisco Saragoça revelaram uma boa progressão. Um pouco abaixo do habitual estiveram o Pedro Mota (ressentiu-se da falta dos treinos semanais, a que infelizmente não pode estar presente), o João Duarte (foi o seu 1º jogo frente a seniores) e o Miguel Gomes (não conseguiu alhear-se das “tricas” da partida e perdeu a concentração).
Num jogo tecnicamente fraco valeu a fantástica entrega dos jogadores de ambas as equipas e o entusiasmo do público de Alverca.
Obviamente que o CD Mafra não perdeu por culpa do árbitro – perdeu porque a UJA foi superior – mas, é lamentável que num jogo que opõe juniores a seniores não haja uma preocupação acrescida para que os árbitros oficiais estejam presentes. Nota final de apreço para o José Mota do CDM que se voluntariou para árbitro tendo estado bem, como sempre!

   


Ainda a recuperar do jogo do dia anterior, os nossos juniores defrontaram mais uma equipa de seniores, desta vez o Bairro Janeiro, equipa da Amadora.

Se colocar juniores a competir contra seniores é questionável, obrigá-los a disputar jogos em dias consecutivos e por si só revelador da preocupação que existe com a formação das equipas regionais…
Para este jogo com o Bairro Janeiro os juniores já puderam contar com o regresso do Zeca Pessoa e ainda com a “ajuda” de mais 4 juvenis: o guarda-redes nº 24 Paulo Isidoro, o nº 3 Pedro Rolim, o nº 21 Diogo Gaspar e o nº 22 Rodrigo Rosa. A presença de juvenis numa competição de seniores envolve um risco acrescido e deve ser devidamente ponderada. Na minha opinião, tendo a equipa de juvenis dois excelentes guarda-redes – o Tiago Cipriano e o Paulo Isidoro -, um deles devia integrar definitivamente a equipa de juniores, até porque os guarda-redes estão mais resguardados do contacto físico.
Tal como havia acontecido no dia anterior, o CD Mafra entrou a vencer na partida (chegou aos 3-1) e conseguiu manter o jogo equilibrado até meados da 1ª parte (6-6). Sem surpresas, a partir daí a equipa do Bairro Janeiro “controlou” o jogo e foi alargando a vantagem que ao intervalo era de 6 golos (11-17).
A equipa do Bairro Janeiro revelou-se muito bem organizada defensivamente, com um bom lote de jogadores fortes, experientes e tecnicamente bons. Apesar disso, os nossos jovens jogadores nunca se intimidaram perante a supremacia do adversário e bateram-se sempre com grande brilhantismo.
Na 2ª parte, ciente de que a vitória não lhe escaparia, o Bairro Janeiro limitou-se a gerir a vantagem fazendo rodar toda a equipa (apresentou-se em Mafra com os 14 jogadores permitidos). A partida ficou então equilibrada pelo que a meio da 2ª parte mantinha-se a vantagem dos 6 golos que o Bairro Janeiro trazia da 1ª parte.
Foi então que o treinador João Augusto arriscou tudo, apostando numa estratégia de marcação individual que haveria de manter até ao final da partida. O ritmo de jogo aumentou de forma alucinante e durante esses 13 minutos marcaram-se 23 golos mas, o saldo foi desfavorável ao CD Mafra que acabou por perder por uma diferença de 9 golos (29-38) já que o Bairro Janeiro soube superar bem essa estratégia. O insucesso dessa estratégia deveu-se obviamente ao mérito do adversário mas, também devido ao facto dos jogadores do CDM acusaram o desgaste físico do dia anterior e, por outro lado, com um misto de juvenis e juniores não existiu o entrosamento necessário para contrariar um adversário experiente e bem rodado.
Nota de destaque para a presença na equipa do Bairro Janeiro do ex-árbitro Jaime Seita (nº 4), um grande apaixonado da modalidade com quase 40 anos de idade e que continua a exibir a sua enorme classe. No passado recente o Jaime Seita arbitrou vários jogos dos atletas do CDM que agora tiveram oportunidade de o defrontar. A equipa do Bairro de Janeiro vale sobretudo como um todo, particularmente a defender, onde se destacam o nº 8 Miguel Lopes e o nº 10 Filipe Lopes. Merecem ainda destaque os guarda-redes, sobretudo o nº 16 Cláudio Matos (uma 2ª parte brilhante!) e o ponta nº 19 Pedro Reis, jogador rápido, ágil e tecnicamente muito bom, que acabou por fazer 10 golos e foi o Melhor Marcador do jogo.
Do lado do CD Mafra, o Miguel Gomes, o André Carioca e o João Fiúza estiveram uma vez mais em grande evidência mas, merece também uma particular nota de destaque o capitão Pedro Mota que, pese embora algumas falhas defensivas, esteve fantástico no ataque e no empenho, tendo realizado o seu melhor jogo desta época. Nota de incentivo para o veterano Manuel Girão, a subir de rendimento e que fez dois belos golos. Como reconhecimento à sua coragem em regressar ao andebol foi designado Melhor em Campo, a par do Pedro Mota. Os juvenis não conseguiram desinibir-se – o que se compreende pois todos eles eram estreantes em jogos com seniores – e apenas o Diogo Gaspar (4 golos) esteve no bom nível habitual.
A dupla de arbitragem – Joaquim Mateus e José Francisco – esteve muito bem, fazendo-se valer da larga experiência, tendo controlado a partida com apenas 4 cartões amarelos e nenhuma exclusão de 2 minutos, num jogo em que as assimetrias físicas entre ambas as equipas eram evidentes. Foi um jogo bonito, bem disputado, com fair-play e que teve um vencedor justo. 
   

A força venceu a técnica. De um lado uma equipa de seniores completa (14 jogadores), muito forte mas com evidentes carências técnicas. Do outro lado uma equipa de juniores desfalcada, frágil mas, tecnicamente evoluída.

Não se discute a justiça do vencedor mas, perante um jogo destes é oportuno questionar a racionalidade de colocar jovens de 18 anos, com elevado potencial, a competirem com seniores em fim de carreira, em que a maior parte deles já passou dos 30 anos de idade. Fica o desafio para os responsáveis da A. A. Lisboa venham ao “terreno” e assistam a este tipo de jogos – com o ART não foi muito diferente – e expliquem o que esperam que os juniores aprendam de positivo na competição dos seniores.
Deixemos os considerandos e falemos então do jogo com o CF Sassoeiros. Numa tarde chuvosa, o belíssimo pavilhão de Sassoeiros merecia um jogo de melhor qualidade mas, as diferenças de estilos e de características das duas equipas nunca permitiram que o jogo saísse da mediocridade. O CD Mafra estreou neste jogo o guarda-redes Tiago Miranda, recrutado no futsal. O Tiago mostrou bons reflexos mas, obviamente, precisa de mais tempo de adaptação a esta nova modalidade. Com apenas 2 treinos e com o dobro da idade dos restantes jogadores do CDM, estreou-se também o Manuel Girão, ex-jogador da AA Amadora e que não competia já lá vão 9 anos… Mais do que jogador, o Girão foi sobretudo um orientador dentro de campo para os nossos jovens jogadores.
O CD Mafra entrou bem na partida, fazendo valer a boa técnica individual e o bom entrosamento colectivo, chegando a estar a vencer por 3-1. Porém, o poderio dos jogadores do CF Sassoeiros rapidamente se fez sentir no peito e na cara dos nossos atletas, pelo que a partir do meio da 1ª parte a equipa da casa passou a controlar a partida. O CD Mafra deu boa réplica perseguindo o resultado e nunca deixou o adversário ganhar uma larga vantagem, que ao intervalo era de apenas 2 golos (10-8).
Na 2ª parte o CF Sassoeiros entrou ainda mais “musculado”, compensando com força aquilo que lhe faltava em técnica e agilidade, pelo que foi alargando a vantagem até aos 6 golos de diferença, temendo-se a derrocada dos nossos jovens jogadores, tal o nível físico imposto pela equipa da casa. Porém, os nossos atletas mostraram grande bravura e nunca deixaram de colocar em prática o seu andebol tecnicista. A forma de jogar do CF Sassoeiros resultou em 7 livres de 7 metros a favor do CD Mafra e em 10 exclusões de 2 minutos para os seus jogadores. Todavia, a estratégia de marcação homem ao homem adoptada pelo treinador José Augusto sempre que o CD Mafra teve vantagem numérica, produziu um efeito adverso, acabando por sofrer mais golos do que aqueles que conseguiu marcar. Nos livres de 7 metros os nossos jogadores também não foram felizes, embora isso se deva ao mérito do guarda-redes do Sassoeiros, claramente o melhor jogador da equipa e grande responsável pela menor concretização do CD Mafra.
Individualmente todos os jogadores do CD Mafra estiveram em bom nível e deram o seu melhor. Os mais castigados pela dureza do CF Sassoeiros foram o João Fiúza (5 golos) e o André Carioca (4 golos), dai a nomeação para Melhores em Campo.
Na equipa do CF Sassoeiros para além do já citado guarda-redes Carlos Silva, destaque para o nº 4 Dário Pereira, jogadores com boa técnica e disciplinados, o que diga-se, não abunda na equipa do CF Sassoeiros. Uma nota de apreço para a ruidosa claque do CF Sassoeiros, constituída maioritariamente por jogadores da equipa de juvenis que foram incansáveis no apoio a equipa sénior, dando um excelente exemplo do que deve ser a festa do andebol.
Actuando sozinho, o árbitro Marcelo Rodrigues fez um trabalho aceitável, embora pudesse ter excluído o dobro dos jogadores e assinalado o dobro dos livres de 7 metros contra o CF Sassoeiros. Por certo não o fez para não estragar ainda mais um jogo já de si fraquíssimo e desinteressante.

  


 

Os Juniores do CD Mafra estrearam-se na competição recebendo a equipa sénior da ART (Associação Residentes de Telheiras). A nossa equipa apresentou-se sem guarda-redes e com apenas 9 jogadores, com alguns deles sem ritmo de jogo por terem ainda poucos treinos. A equipa lisboeta apresentou-se em Mafra na sua máxima força, com 13 jogadores seniores, mais altos, mais fortes e muito mais experientes que os nossos atletas, o que indiciava estarem reunidas as condições para uma partida desequilibrada…

Porém, a raça e empenho dos nossos jovens jogadores fez a diferença. Com o João Fiúza fantástico na baliza (tal como o guarda-redes do ART) o jogo esteve empatado a zero durante mais de 10 minutos, sendo o marcador inaugurado pelo Miguel Gomes num livre de 7 metros a sancionar uma falta sobre o André Carioca.
Após esse equilíbrio inicial a nossa equipa conseguiu uma vantagem de 4 golos (6-4 aos 20 minutos) que manteria até ao intervalo (9-5). Na 2ª parte a ART renovou a equipa quase toda mas, o jogo manteve-se equilibrado pelo que a 10 minutos do final o CD Mafra ainda mantinha a vantagem de 4 golos (16-12). Se até essa altura a nossa equipa havia controlado o jogo, a partir daí, o cansaço de alguns jogadores e a falta de suplentes com ritmo, permitiram ao adversário reduzir a margem, conseguindo empatar o jogo aos 29 minutos da 2ª parte. Com a posse da bola e com menos de um minuto para jogar, a nossa equipa revelou a sua inexperiência e imaturidade competitiva, acabando por perdeu a posse de bola sem tentar o remate à baliza, com a ART a aproveitar para se colocar em vantagem pela primeira vez na partida, parecendo acabar de vez com o sonho da nossa equipa. Com 12 segundos de jogo, o CD Mafra ainda teve tempo de tentar um remate à baliza através do André Carioca que, todavia, foi travado em falta. Com apenas 1 segundo para jogar coube ao improvisado guarda-redes João Fiúza a missão de tentar alvejar a rede adversária num livre ensaiado, em que a bola passou por cima da barreira da ART e foi entrar no ângulo superior esquerdo da baliza, repondo a justiça no marcador.
O João Fiúza foi o “Man of The Match” não apenas por esse fantástico momento, mas também, pelas inúmeras extraordinárias defesas que fez, tanto mais que foi a sua estreia à baliza. Merecem ainda destaque o André Carioca (5 golos) com 100% de eficácia a pivot e o Miguel Gomes (8 golos) também com 100% de eficácia nos livres de 7 metros (4/4). Alguns jogadores da nossa equipa precisam de reforçar a sua assiduidade aos treinos por revelaram falta de ritmo de jogo. Destaque para o empenho do Zeca Pessoa e do Pedro Mota, jogadores fisicamente inferiores aos jogadores da ART mas que se bateram com grande empenho e bravura.
Quanto à ART, procurou jogar um andebol bonito, revelando-se uma equipa defensivamente muito bem organizada embora com alguns jogadores excessivamente duros, tendo no nº 9 João Andrade (6 golos) e no nº 16 Igor Santos (7 golos) e no já referenciado guarda-redes os seus melhores jogadores. Alguma dificuldade por parte de alguns jogadores em aceitar as decisões dos árbitros e uma entrada violenta (de joelho erguido) de um jogador sobre o André Carioca na fase final do jogo, mancharam o comportamento desportivo da ART. No final, fruto do “calor” do jogo, assistiu-se a alguma contestação junto dos árbitros por parte de alguns jogadores, que foram prontamente afastados pelos dirigentes da ART, numa atitude que se saúda. Todos os jogadores se cumprimentaram com fair-play, certamente orgulhosos pelo excelente espectáculo de andebol que proporcionaram a quem esteve presente no pavilhão do CDM.
Num jogo intenso, em que os jogadores não facilitaram, a dupla de árbitros brasileiros esteve globalmente bem, com pequenas falhas.

 

 


JUNIORES VÃO INICIAR A COMPETIÇÃO
Os Juniores do CD Mafra não participaram na 1ª Fase do Torneio de Abertura mas, juntam-se agora na 2ª Fase às 8 equipas já em competição: CF Sassoeiros, CR Bº Janeiro, CD Paço de Arcos, GM 1º Dezembro, GS Loures, AR Telheiras, GD Runa e UJ Alverca.
A estreia da equipa de Juniores do CD Mafra na competição será em casa a 14/Nov/09 recebendo a equipa de Telheiras ART. Na jornada dupla de 21-22.Nov/09 o CD Mafra vai a Sassoeiros e recebe o Bº Janeiro. A 28/Nov/09 o CD Mafra encerra esta etapa do Torneio de Abertura com uma deslocação a Alverca para defrontar a UJA.
 

A equipa de Juniores do CD Mafra fez a sua estreia num jogo de apresentação disputado no Pavilhão do CDM, frente à equipa do NALL Passos Manuel. A vitória da nossa equipa foi justa, num excelente jogo de andebol que teve como curiosidade o facto do Pedro Alexandre ter jogado lado a lado com os seus antigos "pupilos".
  

EQUIPA DE JUNIORES DO CD MAFRA 
Está confirmada a participação de uma equipa de Juniores nas competições da A.A. de Lisboa na presente época 2009/2010. É a primeira vez no historial do CD Mafra que existe uma equipa de Juniores. Eis os "pioneiros" do andebol júnior do CDM:
EM CIMA: João Augusto (Tr), Paulo Isidoro (GR), Nuno Aniceto, André Carioca, João Fiúza, João Carvalho, Tiago Cipriano (GR) e Rogério Soares (Tr);

 EM BAIXO: Francisco Saragoça, José Pessoa, Pedro Mota (cap), Rodrigo Bento e Miguel Gomes.

AUSENTES: Tiago Rei, Tiago Miranda (GR), Manuel Girão, Pedro Alexande, Diogo Gaspar e Ricardo Carmezim.

 

Publicado por Antonio Fonseca às 17:30
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